A parte difícil de substituir uma base instalada de cartões não é o cartão novo. É o período de semanas ou meses em que algumas portas leem a credencial de acesso antiga, outras leem a nova, e os hóspedes não sabem qual delas estão usando.

Nesta página
  1. Mapeie a base instalada antes de fazer qualquer pedido
  2. Defina como funcionará o período de transição
  3. É na recepção que os efeitos da migração aparecem
  4. Desative definitivamente a base antiga
  5. O que manter da especificação antiga

Mapeie a base instalada antes de fazer qualquer pedido

Quais leitores RFID aceitam cada credencial de acesso hoje, por ala, andar e porta de serviço? Quais serão trocados, quando e por quem? Quais estão fora do projeto — os dos armários, portões, acessos de funcionários ou de um spa instalado separadamente?

As portas esquecidas transformam uma migração organizada em um processo que se arrasta. É comum encontrar dois ou três grupos de leitores RFID que não constavam da lista original.

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Defina como funcionará o período de transição

Na prática, há três opções. Emitir os dois tipos de credencial de acesso em paralelo, por ala, é mais simples de especificar e mais difícil de administrar na recepção. Trocar primeiro os leitores RFID e emitir as novas credenciais em uma única data é mais simples para os hóspedes, mas exige um cronograma acelerado. A terceira opção é usar uma credencial de acesso com as duas tecnologias, uma escolha de especificação que afeta dimensões e custo.

Todas as opções são defensáveis; o que não é defensável é descobrir, na entrega, que ninguém decidiu qual seria adotada.

Emissão paralela
Dois estoques de credenciais de acesso, com emissão por ala. Simples de encomendar, difícil de administrar na recepção.
Leitores RFID primeiro
Uma única data de transição para os hóspedes. É a opção mais simples para eles, mas exige um cronograma acelerado de troca dos leitores RFID.
Credencial de acesso com duas tecnologias
Uma única credencial de acesso funciona com as duas tecnologias. Elimina o problema na recepção, mas tem custo adicional.

É na recepção que os efeitos da migração aparecem

Durante toda a transição, a equipe da recepção precisa saber de qual credencial de acesso cada hóspede precisa, em qual ala está e o que fazer quando apresentar a credencial errada na porta errada. É muito mais uma questão de treinamento e sinalização do que de produto.

Uma diferença visível entre as credenciais de acesso antigas e novas — na cor ou no formato — justifica o custo só por facilitar essa explicação.

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Desative definitivamente a base antiga

As credenciais de acesso antigas não desaparecem. Ficam em gavetas, na bagagem dos hóspedes ou em uma caixa atrás da recepção. Se não forem recolhidas e desativadas, o empreendimento terá concluído a migração sem eliminar o risco associado a elas.

Defina a data a partir da qual as credenciais de acesso antigas deixarão de funcionar, comunique-a e recolha tudo o que for possível. Uma migração sem data de desativação definitiva não está concluída.

Uma migração termina com a desativação definitiva, não com a implantação

Defina quando as credenciais de acesso antigas deixarão de funcionar, desative-as de forma centralizada e recolha tudo o que for possível. Caso contrário, a base que deveria ter sido substituída continuará ativa.

O que manter da especificação antiga

Em geral, deve-se manter a convenção de numeração: a continuidade permite auditar a base instalada durante a transição. Às vezes, também vale manter a identidade visual, se ela funciona bem. Raramente se mantém o formato, pois a migração é o momento natural para reavaliar se cartões, pulseiras RFID ou ambos ainda atendem ao empreendimento.

Este é o único momento de um programa de credenciais de acesso em que todos os pressupostos já estão em revisão, o que reduz o custo de corrigir os que estavam errados.

Regra de compatibilidade

A compatibilidade é confirmada em relação ao sistema de fechaduras, à tecnologia da credencial de acesso e aos requisitos de codificação do empreendimento antes da produção. Não afirmamos compatibilidade universal.

Questões decorrentes

01Devemos operar os dois tipos de credencial de acesso durante a transição?+

É a opção mais simples para fazer o pedido e a mais difícil de administrar na recepção, pois a equipe precisa saber de qual credencial de acesso cada hóspede precisa. Trocar primeiro os leitores RFID cria uma única data de transição para os hóspedes, mas exige um cronograma acelerado; uma credencial de acesso com duas tecnologias elimina o problema na recepção, com custo adicional.

02O que costuma ser esquecido?+

Grupos de leitores RFID que ninguém mapeou — nos armários, portões, acessos de funcionários e em um spa instalado separadamente. É comum encontrar dois ou três grupos, e identificá-los antes do pedido sai muito mais barato do que depois.

03Quando uma migração está concluída?+

Quando as credenciais de acesso antigas deixam de funcionar e já foram recolhidas, não quando as novas são emitidas. Sem uma data de desativação definitiva, o empreendimento acrescentou outra base de credenciais em vez de substituir a anterior.